Art or Die ! ( Carlos Marinho da Silva)

ESPELHO, ESPELHO MEU…

NOVA OFICINA DE FOTOGRAFIA NA EMEB FRANCISCO LÍRIO

A proposta de realizar oficinas de fotografia nas horas de estudo das equipes escolares nasceu da necessidade que as escolas têm de registrar as atividades pedagógicas através de fotografias. Ao olhar as fotografias realizadas pelas professoras e outras pessoas da equipe, era possível ver que faltava alguma técnica que valorizasse esse registro. A partir daí resolvemos propor oficinas de fotografias para as escolas com objetivo de utilizar nossos conhecimentos fotográficos a fim de ajudar a desenvolver o olhar fotográfico de forma mais artística. Com isso, queremos que os registros realizados nas atividades pedagógicas possam ser mais claros e mais bonitos. Afinal, uma imagem fala mais que mil palavras.

Oficina de Fotografia – EMEB Judith Arruda Carreta

No dia 23 de julho estivemos na EMEB JUDITH ARRUDA CARRETA para realizar mais uma oficina de fotografia. Queremos com esse trabalho ajudar a equipe escolar a valorizar os registros fotográficos das atividades pedagógicas. Trabalhamos o olhar artístico para as fotos, o modo de enquadrar, o assunto daquele registro, proporcionando uma valorização da atividade pedagógica através da foto. Foi muito gratificante o contato com a equipe e esperamos ter ajudado!

Agradecimentos especiais a todos os participantes da Oficina de Fotografia realizada na EMEB Judith Arruda Carreta, realizada no dia 23/07/2014 :

 

SUELI DA SILVA AVILA

TARDE

SONIA MARTINS PASSARIN

TARDE

ANGELA MARIA HERNANDES DA SILVA

TARDE

SONIA DE JESUS CUNHA

MANHÃ

JULIANA BAGNE

TARDE

MARIA FERNANDA GROSSI MARTINS

MANHÃ

CASSIA REGINA SIMIONATTO

MANHÃ

FATIMA APARECIDA FRANCO MENDES

MANHÃ

CAMILA MARQUES GOMES

MANHÃ

LIANE KELEN RIZZATO

MANHÃ

BEATRIZ TERESINHA CARVALHO MALTAURO

TARDE

SUELI APARECIDA BONJORNO RODRIGUES

TARDE

LENIR APARECIDA DE OLIVEIRA

MANHÃ

CLEUSA CARDOSO DA SILVA

MANHÃ

MAISA DE OLIVEIRA CONCEIÇÃO

MANHÃ

 

Confiram as fotos do evento:

UMA LIÇÃO DE VIDA !

Montagem Exposição Fotográfica

Homenagem à todos que participaram da montagem exposição !!!!!

OFICINA DE POESIA

http://www.jj.com.br/noticias-3033-oficina-de-poesia-agita-a-biblioteca

 

É possível ensinar a escrever poesia ou o poeta já nasce pronto? Essa é uma pergunta que fazem quando se pensa em poesia. Muita gente acredita que ser poeta é um talento nato, que a pessoa já nasce poeta. Porém, escrever envolve um trabalho de lapidar o poema depois de escrito. São escolhidas as palavras que melhor cabem naquele tipo de escrita. Algumas vezes, sim, o poema vem inteiro, com forma e tudo, na inspiração e cabe ao escritor colocar o texto no papel.

Essas e outras reflexões fizemos hoje na primeira oficina de poesia ministrada pela professora de língua portuguesa e espanhola Geralda Aparecida Dias, na biblioteca municipal “Professor Nelson Foot” em Jundiaí, São Paulo.

Durante a oficina foram lidos vários poemas de diferentes autores, pensamos um pouco sobre se há técnica de criação poética e se haveria uma “receita” para interpretar um poema, chegando à conclusão que cada poema é único e sua técnica termina no momento de sua construção, não havendo ainda um único modo para interpretar o texto poético, pois a interpretação se dá a partir do próprio texto que carrega em si os signos para ser compreendido.

Os participantes da oficina puderam também escrever e compartilhar seus poemas. Foi uma manhã de sábado muito agradável, com muita troca de conhecimento.

Os poemas abaixo são de Bruna Barreto e de Geralda Aparecida Dias, Maria Cristina Suhr Drake e Getúlio Canuto Vieira,  respectivamente:

O que sou?

Busquei a poesia,
Em mim.
Encontrei um abismo,
E assim,me joguei.

Até hoje,contínuo caindo,
Não paro de me afogar
Em palavras,
Versos,
Alegrias e gestos.

Espero cair eternamente,
Espero que seja eterno,
Em minha mente,
Pois,neste abismo me encontrei.

Descobri a melhor parte de mim,
Realmente,
Eu sou um abismo,
Um abismo,
Sem fim.

 


 

BOM, BOM

Muito bom

poder brincar

com palavras, pessoas, poemas

renova a vida

traz alegria

enche o meu dia

de poesia.

Bom, bom

Que bom saborear

saberes

trocar impressões

conhecimentos

prazeres!


 

Viva a poesia!
Hoje o dia acordou diferente.
Teve sabor de metáfora, de curiosidade, de encantamento.
Olhando pela vidraça do meu interior, vi minha liberdade querendo correr o mundo.
Por uma pequena fresta entrou um raio de sol que vislumbrou uma viagem para o infinito.
É preciso refazer as malas, tirar os excessos e deixar somente o essencial.
Hoje, a manhã teve sabor de poesia, teve sabor de bombom.
MCSD


 

Ao sabor da Ventania

Getúlio Canuto Vieira

O gosto de chocolate neste dia

Trazia o sabor da  infância.

Comecei  a desembrulhar e o som que fazia

Lembrava uma ventania.

 

E pensei que podia

Fazer um Aviãozinho-de-Papel.

Sabe!  que nunca soube

Muito bem dobrar direito aquelas folhas,

Pois sempre parece que elas

São como pétalas

E querem  voar das minhas mãos.

 

Mas só aprendi que para construir um avião

Não precisa conhecer aerodinâmica,

Apenas é preciso aprender a voar,

Fazendo como criança papel de aviãozinho.

 

Que delicia!

É saborear o vento que entra pelas narinas.

Não importa,  pode ser menino ou menina,

Correndo de  braços abertos

Do tapete ao teto,

Ao sabor da Ventania.

 

História: AIDA REGINA STRUTZEL DA SILVA

I CARRAMANCHÃO CULTURAL: MOVIMENTO DE REAPROPRIAÇÃO DA FÁBRICA DE CIMENTO PERUS

O dia 31 de maio foi histórico para o bairro de Perus. Nesse dia aconteceu o I Carramanchão Cultural do Movimento pela reapropriação da fábrica de cimento Perus, um espaço que está abandonado há 22 anos e que o bairro reivindica que ser torne um centro cultural e de memória do trabalhador.  O ato reuniu artistas, políticos, militantes, educadores e povo para falar e ouvir manifestações de apoio ao uso público da fábrica que por tanto tempo poluiu o bairro com seu pó de cimento. Confira as fotos do evento feitas por Carlos Magno.

 

José e Maria: Amor é mais que sentimento

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